
22/11/07
"Se tudo fosse perfeito"

21/10/07
Sida/ HIV

O que é a SIDA ?
Como é que uma pessoa fica infectada com o (HIV)?
Fazer sexo vaginal ou oral com alguém que tem HIV sem usar preservativo.
Partilhando utensílios para injectar drogas que estão contaminados com sangue infectado.
De uma mulher portadora de HIV para o seu bebé durante a gravidez, durante o parto ou através de amamentação.
Por injecção ou transfusão de sangue de uma pessoa infectada.
Partilhar a piscina, casa de banho, loiça, talheres; ou comer comida preparada por um portador de HIV.
Tossir, espirrar ou lágrimas, picadas de insectos ou animais.
não desejadas.
Fazer tratamento com os medicamentos anti-VIH durante a gravidez.
Escolher fazer uma cesariana.
Escolher dar biberão ao seu bebé se possível porque se estima que haja 10 por cento de risco do HIV ser passado para o bebé através da amamentação.
O que é um teste do HIV?
O HIV pode ser tratado?
11/10/07
Bulimia Nervosa

Excesso de comida (transtorno alimentar), a pessoa fica extremamente depressiva e também se acha gorda (parecido com ANOREXIA), provoca o vómito pensando que vai emagrecer.
Sinónimos:
Bulimia, transtornos alimentares.
Esta doença é conhecida há séculos, mas só nos anos 80 começou a merecer o interesse do corpo clínico.
Na bulimia nervosa, as pessoas ingerem grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos) e, depois, utilizam métodos compensatórios, tais como vómitos auto-induzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso pelo medo exagerado de engordar. Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia não há perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais frequentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer mais raramente em homens e mulheres com mais idade.
Complicações médicas
Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de factores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa auto-estima e conflitos de identidade também são factores envolvidos no desencadeamento desses quadros.
Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direccionados a controle de peso incluem jejum, vómitos auto-induzidos, uso de laxantes, edemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma frequência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo.
A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença vai se desenvolvendo, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal.
A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional a nível ambulatório.
As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.
As medicações anti depressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.
A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo "compulsão alimentar/purgação/jejum".
A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.
Como se previne?
Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.
Testemunho real de uma jovem que já passou por esta terrível doença: (1)
Tem 20 anos e frequenta o 2º ano de Estudo Europeus, na Faculdade de Letras de Lisboa. Marta Brás foi sempre uma boa aluna. Até aqui, reúne as condições de uma jovem normal, mas Marta vive ainda com o fantasma da anorexia e bulimia, doenças que sofreu na pele e no corpo durante cerca de cinco anos.
Hoje, fala calma e serena, sobre o problema, que sabe poder voltar a qualquer instante.“Continuo a ter um cuidado excessivo, diria mesmo doentio, com a comida”, confessa ao Saúde Semanário.E acrescenta: “a grande diferença é que hoje tenho consciência e sei que tenho de lutar contra a doença”.
Marta Brás não sabe como se tornou doente. “Penso nisso várias vezes, mas não chego a nenhuma conclusão”, revela e sublinha “ter tido sempre um ambiente familiar impecável”. Lembra-se, contudo, de ter ido, ao 13 anos, a uma consulta de rotina, onde foi pesada e estava dentro dos padrões normais. Nesse dia, prometeu ao médico que na consulta seguinte estaria mais magra. Na escola fez um pacto com as amigas e entraram num concurso. “ A grande diferença é que elas prosseguiram a sua vida e eu não”, lamenta.
Pretendi ao falar sobre Anorexia e neste post sobre a Bulimia, consciencializar os espectadores sobre estas terriveis doenças... Vivem-se sobretudo no sexo feminino, mas começam também afectar muitos homens.
Recursos Internet:
(1) http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1287/ – Relatos reais de ex. Anorécticas
(2) http://pt.wikipedia.org/wiki/Bulimia_nervosa – Bulimia
04/10/07
Anorexia nervosa / Mental

É um transtorno alimentar caracterizado por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e stress físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e a sociedade. Uma pessoa com anorexia nervosa é chamada de anoréctica. Uma pessoa anoréctica pode ser também bulímica.
Definição clínica da anorexia nervosa
* Peso corporal em 85% ou menos do nível normal
* Excesso de actividade física
* Medo intenso e irracional de ganhar peso ou de ser gordo, mesmo tendo um peso abaixo do normal. Anorécticos vêm peso onde não existe, ou seja, o anoréctico pensa que tem um peso acima do normal.
* Negação quando questionado sobre o transtorno.
* Em mulheres, ausência de ao menos três ou mais menstruações. A anorexia causa sérios danos ao sistema reprodutor feminino.
Outros sintomas e perigos incluem:
* Bulimia, que pode desenvolver-se posteriormente em pessoas anorécticas.
* Danos intestinais, quando o anoréctico faz uso excessivo de laxativos.
* Danos nos rins, quando o anoréctico faz uso excessivo de diuréticos.
* Anemia (devido ao baixo nível de ferro)
* Osteoporose (devido ao baixo nível de cálcio, ou à deficiência do intestino em absolvê-lo).
A anorexia possui um índice de mortalidade entre 15 a 20%, a maior de quaisquer transtorno psicológico, geralmente matando por ataque cardíaco, devido à falta de potássio ou sódio (que ajudam a controlar o ritmo normal do coração).
Causas da anorexia nervosa
A anorexia afecta muito mais pessoas jovens (entre 15 a 25 anos), e do sexo feminino (95% dos casos de anorexia nervosa ocorrem em mulheres).
Muitos especialistas acreditam que a influência da mídia é a principal (mas não a única) causa de transtornos alimentares. Isto porque a mídia comummente (mas não sempre) impõe o estereótipo em que a magreza é um factor importantíssimo, se não indispensável, para o sucesso social e económico de uma pessoa, desde de redes de televisão até filmes e revistas. Tal influência é bastante negativa em crianças e adolescentes, em qual a personalidade ainda está em formação, e casos de garotas entre 11 a 14 anos anorécticas existem com relativa frequência.
A anorexia nervosa foi pouco comentada na cobertura jornalística da morte de algumas pessoas que morreram justamente devido à complicações da doença, como Karen Carpenter e Terri Schiavo.
Pessoas que passaram por eventos traumáticos anteriormente, como rejeição familiar ou abuso físico e/ou sexual também possuem um maior risco de serem anorécticas.
Pessoas em certas profissões, como atletas, bailarinos, dançarinos, ginastas ou modelos, podem motivar uma pessoa a decidir por diminuir seu peso, possivelmente resultando em um transtorno alimentar. O perfeccionismo também é um factor de risco.
Tratamento da anorexia nervosa
A anorexia nervosa, por ser uma doença com raízes psicológicas, é difícil de ser tratada. Uma vez diagnosticada, o anoréctico passa por terapia individual, terapia em grupo e terapia familiar, em casos leves e moderados. Como a negação do problema é frequente, médicos, terapeutas e familiares precisam ser pacientes enquanto motivam o anoréctico em sua recuperação. Casos de reincidências (recaídas) são comuns em pessoas anorécticas. Em casos mais graves, tratamento hospitalar é indicado.
Devemo-nos aceitar como nós somos… mais que aparência física que na sociedade actual é bastante valorizada devemos de investir , cultivar o nosso interior…vivemos numa sociedade cada vez mais materialista…em que o consumismo e os prazes fáceis da vida dão lugar as bons costumes.
Anorexia mental: um caso de auto - rejeição? (2)
As perguntas que constantemente os pais e amigos das vítimas de anorexia (em geral, adolescentes do sexo feminino) são: «Porque está ela a matar-se à fome? Como pode achar-se gorda demais quando tem os ossos a furar-lhe a pele?» Em alguns casos, a vítima teve uma história de obsidade; por meio de uma dieta - em geral, uma dieta em moda -, perdeu peso. Mas, em vez de regressar à alimentação normal depois de atingir o peso desejado, continua a fazer dieta até à desnutrição. Uma teoria considerada que a vítima está a exprimir o desejo de contolar a sua vida, outra que tem uma auto - imagem negativa, outra ainda que não quer crescer (a vítima de anorexia tem compleição infantil e perde a mestruação). Seja qual for a causa, as únicas curas conhecidas resultam de cuidados médicos de suporte e psicoterapia intensiva.
Casos extremos desta doença (Não aconselhável a pessoas sensíveis)
http://duard.com.br/blog/?page_id=396
(2) ABC Do Corpo Humano - Selecções do Reader's Digest - Anorexia mental
20/09/07
Vale a pena pensar nisto...

Há quem tente acabar com o sofrimento ficando em silêncio...
Há outros que ficam felizes ajudando os outros.
Há quem jure que existe amor eterno...
Há outros que tentam isolar-se de toda a gente.
Há quem jure a toda a gente que se encontra perdido,
mas no fundo tem esperança.
Há quem jure a toda a gente que se encontra tranquilo e feliz,
mas no fundo é apenas uma falsa paz,
que lhe come o corpo e a alma desfaz...
Mesmo que tenhas sofrido bastante, sê sempre fiel a ti mesmo.
Nunca te recrimines por algo que fizeste.
Se pedires desculpa, pede apenas uma vez.
A quem te humilhou, torna-te a pior besta possível...
mas a quem te trata bem, trata ainda melhor.
[Autor desconhecido]
16/09/07
Momentos da nossa vida...

10/09/07
Depressão - "Praga dos nossos dias"

Causas:
A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos. Ao contrário do que normalmente se pensa, os factores psicológicos e sociais muitas vezes são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o stress pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. A prevalência (número de casos numa população) da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente umas em cada cinco pessoas no mundo apresentam o problema em algum momento da vida.
Sintomas:
• Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
Tratamento:
O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 anti depressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão. A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo stress.” (1)
O que se passa em Portugal, é um abuso dos ansiolíticos ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Ansiol%C3%ADtico ) e Antidepressivos ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Antidepressivo ).
Vamos ao médico de família depois de um falecimento de um ente querido/ ou por qualquer outro problema, diz-nos logo que estamos depressivos.
O que se passa muitas vezes e que até se compreende, é que muitas vezes o médico de família não tem os conhecimentos suficientes nesta área. Agora o que não dá para entender é o facto de não encaminharem logo as pessoas para um médico da especialidade.
De uma maneira geral toda a gente sabe, do estado deplorável do no nosso sistema de saúde.
Uma consulta num psicólogo ou psiquiatra chega a custar 50 euros por sessão, dai muitas pessoas recorrerem aos médicos de família.
Talvez um dia, quando tivermos acesso a médicos especializados a preços acessíveis existe uma evolução no tratamento dos milhares de casos existentes em Portugal.
A título de curiosidade – Exercício contra depressão: “ Cientistas do Instituto Cooper e de outros centros médicos dizem que exercícios aeróbicos podem ser tão eficazes quanto antidepressivos se você se exercitar bastante.
A pesquisa foi feita em um grupo de 80 pessoas, com duração de 12 semanas, entre pacientes com depressão de leve a moderada e chegou à conclusão que suar na bicicleta reduzia os sintomas em 47%, números semelhantes aos antidepressivos.
O tempo foi importante. Apenas os que exercitaram três horas por semana é que obtiveram resultado satisfatórios; diferentes daqueles que exercitaram apenas 80 minutos.” (2)
- (1) http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/76depressao.html – Depressão
- (2) http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://expressoabc.zip.net/images/esteira.jpg&imgrefurl=http://expressoabc.zip.net/&h=480&w=384&sz=32&hl=pt-PT&start=325&tbnid=mGJ_CltWyhx1IM:&tbnh=129&tbnw=103&prev=/images%3Fq%3Ddepress%25C3%25A3o%26start%3D320%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN – Exercício contra depressão
- http://www.sosdepressao.com.br/ – SOS Depressão
- http://gballone.sites.uol.com.br/voce/dep.html – perguntas sobre a depressão
- http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.florbelamendes.net/content/images/small_depressao.jpg&imgrefurl=http://www.florbelamendes.net/index.jsp%3Fsection%3Dnutricao_geral%26subsection%3Dnutricao_clinica&h=100&w=100&sz=4&hl=pt-PT&start=282&tbnid=33WUgwNksIv7GM:&tbnh=82&tbnw=82&prev=/images%3Fq%3Ddepress%25C3%25A3o%26start%3D280%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN – o que os alimentos podem fazer na depressão
